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	<title>Jornal DCE</title>
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	<description>notícias do campus</description>
	<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 00:59:58 +0000</pubDate>
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		<title>1+1 não  deveria ser 2</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 17:24:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaopaulo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>

		<category><![CDATA[aluno]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por João Paulo Cavalcante
Saia do óbvio. Saia da burocracia da vida contemporânea. Nasce, cresce, estuda, trabalha, trabalha, viaja por uma semana, trabalha e morre. Quem determinou que a sua felicidade depende dessa lógica¿! O porquê do medo do novo; do inesperado; do inusitado¿ Viva! Come o que deseja; ouça o que te agrada; dance o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><em>Por João Paulo Cavalcante</em></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Saia do óbvio. Saia da burocracia da vida contemporânea. Nasce, cresce, estuda, trabalha, trabalha, viaja por uma semana, trabalha e morre. Quem determinou que a sua felicidade depende dessa lógica¿! O porquê do medo do novo; do inesperado; do inusitado¿ Viva! Come o que deseja; ouça o que te agrada; dance o que te move; fale o que tem vontade. Deixe de lado essa polidez comedida, esse falso protocolo de regras de conduta no armário, ignore essa morbidez dos falsos relacionamentos sociais sem sal e com sorrisos não desejados. Faça da espontaneidade sua palavra de ordem! </span> </p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Por exemplo, a Educação. Tal deveria fazer que com o aluno, seja ele primário ou universitário, tivesse tesão pelo conhecimento e o transformasse de maneira crítica em novas idéias e, sobretudo, o fizesse interagir e pensar o mundo a sua volta com mais liberdade e consciência.</span> </p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Contudo, somos capados desde criança pelas grades curriculares, pelas formatações padrões de trabalhos, pelas médias para passar de ano. Regras, padrões, condutas pré-determinadas que engessam nosso estilo de vida para sempre e nos privam de escolher livremente o que queremos aprender e o que queremos ser. Tal lógica ignora o que a humanidade tem de mais rico, isto é, a singularidade de cada homem e mulher e nos colocam num padrão cartesiano dentro de um outono sem fim, frio e cinzento. </span> </p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Uma pergunta. O que é felicidade para você¿ Possíveis respostas: estudar numa escola renomada; ter um bom emprego e um bom salário; ir ao shopping no fim de semana; jantar em bons restaurantes; ter um carro potente ou um vestido de marca; viajar à Paris uma vez por ano e tomar um Bordeaux com vista para as águas do Sena. Não é possível que isto seja uma verdade absoluta e verdadeira. Não é possível que nos seus sonhos você nunca tenha vislumbrado trabalhar ou fazer algo em prol de algo maior, algo que só de pensar te faça arrepiar e ter vontade de sair gritando de felicidade e orgulho.</span> </p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"><strong>Dicas de leitura: </strong></span> </p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"><strong>A escola com que sempre sonhei sem imaginar que pudesse existir</strong> por Rubem Alves ou o filme <strong>Leões e Cordeiros</strong> (principalmente a parte da discussão entre aluno e professor).</span></p>
<p></span><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"><strong></strong></span></div>
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		<title>Não estou lá</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 17:23:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rafael</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Caixa de Pandora]]></category>

		<category><![CDATA[bob dylan]]></category>

		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[por Rafael Roncato


Nada melhor que uma biografia que não possui cara de biografia, ainda mais quando se trata do lendário Bob Dylan. É dessa forma que considero I&#8217;m Not There um filme e tanto para quem gosta de música, desse músico específico e sua história. O filme pode ser considerado uma biografia de um dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Rafael Roncato</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em><img class="alignright" src="http://www.mcnblogs.com/mcindie/archives/images/Film%20Poster%20Of%20The%20Year.jpg" alt="" width="270" height="400" /></em>Nada melhor que uma biografia que não possui cara de biografia, ainda mais quando se trata do lendário Bob Dylan. É dessa forma que considero <em>I&#8217;m Not There</em> um filme e tanto para quem gosta de música, desse músico específico e sua história. O filme pode ser considerado uma biografia de um dos maiores ícones musicais - duplo clique nele -, poeta e porta-voz de uma geração, no entanto foge do convencional. Nada de entrevistas, imagens de arquivo e tudo que podemos encontrar no documentário, de DVD duplo, No <em>Direction Home - Bob Dylan</em>, de Martin Scorsese, o mesmo que fez um show/documentário sobre os Rolling Stones.</p>
<p>Mas o que acontece de tão diferente, você pergunta? Como todos sabem, ou deveriam saber - ou não -, Dylan é marcado por diversas fases bem diferentes em sua vida. E, em <em>I&#8217;m Not There</em>, o diretor Todd Haynes nos mostra, através de seis atores diferentes, tais fases de Bob Dylan (Christian Bale / Cate Blanchett / Heath Ledger / Marcus Carl Franklin / Richard Gere / Ben Whishaw).</p>
<p>O resultado de tal mirabolante ideia é o retrato de diferentes Dylans: poeta, profeta, marginal, astro, mártir do rock e um cristão renascido, todos brilhantemente interligados. Nada de muito difícil para o diretor, que já combinou, em <em>Velvet Goldmine</em>, as biografias de músicos como, David Bowie, Iggy Pop, entre outros para caracterizar o movimento <em>glam</em>.</p>
<p><strong>Não Estou Lá<br />
I’m not There<br />
Dir: Todd Haynes<br />
EUA, 2007 - 135 min</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=nTKswiQVh8Y" target="_blank">Trailer - 1min 02</a><br />
</strong></p>
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		<title>Café com Leite à meia noite de uma quarta-feira</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 21:06:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

		<category><![CDATA[chico buarque]]></category>

		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

		<category><![CDATA[música]]></category>

		<category><![CDATA[rock]]></category>

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		<description><![CDATA[30.09.2009
Por Luquinhas


Há três anos, por uma artimanha do acaso, acabei por assistir a apresentação de um grupo chamado Buarquenrol. O grupo, uma mistura de ex-alunos do curso de música popular brasileira da UNICAMP e agregados, trazia uma proposta um tanto quanto inusitada: Chico Buarque + Rock’n Roll. Esse rearranjo das músicas do grande nome da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-align: left; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">30.09.2009</p>
<address class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-align: left; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">Por Luquinhas<br />
</address>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">Há três anos, por uma artimanha do acaso, acabei por assistir a apresentação de um grupo chamado <em>Buarquenrol.</em> O grupo, uma mistura de ex-alunos do curso de música popular brasileira da UNICAMP e agregados, trazia uma proposta um tanto quanto inusitada: Chico Buarque + Rock’n Roll. Esse rearranjo das músicas do grande nome da MPB, no entanto, se fazia pela adaptação das letras às harmonias e melodias de velhas conhecidas do público roqueiro. Assim, <em>Cotidiano</em> é cantada sobe a melodia e harmonia de <em>Another Brick in the Wall</em>, do Pink Floyd.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">Ontem, por uma outra artimanha do acaso, acabei por estar novamente em uma apresentação do <em>Buarquenrol</em>. A banda, que havia se separado durante os três últimos anos, voltou a se apresentar junta esse semestre. Talvez pelo tempo que ficaram separados, talvez pelo fato de ter perdido o apego ao inusitado que um primeiro-anista de ciências sociais tem, talvez porque deixei meus ouvidos mais atentos, a musicalidade não me causou o mesmo impacto que da primeira vez. Ou melhor, causou-me um grande impacto, mas diametralmente diferente: negativo.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">O nome da banda, um “meio a meio”, provavelmente já contenha algo do trabalho da banda: algo, no máximo, bem “mais ou menos” - “<span class="il">café</span> <span class="il">com</span> <span class="il">leite</span>”, como dizíamos quando pequenos. Provavelmente, se o “rol” viesse da construção de novos arranjos originais às músicas de Chico Buarque e o vocalista tivesse estudado música, como outros membros do grupo, teríamos algo, de fato, interessante. Não foi que se passou.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">A mistura de músicas, quando bem feita, renova e revigora a Música como um todo. Assistir a apresentação do <em>Buarquenrol</em>, no entanto, só reforçou o preconceito de certos <em>puristas</em> de que só uma forma de se cantar <em>Lucy in the Sky With Diamonds</em>, e ela não é em português.</p>
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		<title>Tirinha da semana</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 20:58:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Humor]]></category>

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		<description><![CDATA[ André Dahmer
Quer mais?
www.malvados.com.br
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address><img class="aligncenter size-full wp-image-127" title="Para publicitários" src="http://dcecelsofurtado.org/jornal/wp-content/uploads/2009/10/tirinha1327.gif" alt="Para publicitários" width="591" height="188" /> André Dahmer</address>
<p>Quer mais?</p>
<p>www.malvados.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os Bastardos</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 17:27:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rafael</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Caixa de Pandora]]></category>

		<category><![CDATA[bastardos inglórios]]></category>

		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[por Rafael Roncato

Já estamos mais do que cansados de tantos filmes parecidos sobre a Segunda Guerra Mundial e a ocupação nazista por quase toda Europa. São milhares de versões para contar praticamente a mesma coisa, com diferentes enfoques e personagens para mostrar o horror da guerra e a queda do império germânico. Agora, em 2009, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Rafael Roncato</em></p>
<p><img class="alignright" src="http://markgorman.files.wordpress.com/2009/09/inglourious-basterds.jpg" alt="" width="300" height="445" /></p>
<p>Já estamos mais do que cansados de tantos filmes parecidos sobre a Segunda Guerra Mundial e a ocupação nazista por quase toda Europa. São milhares de versões para contar praticamente a mesma coisa, com diferentes enfoques e personagens para mostrar o horror da guerra e a queda do império germânico. Agora, em 2009, há uma nova versão do assunto mais manjado de Hollywood nas salas de cinema, desta vez pelas mãos, olhos e mente de um dos mais brilhantes diretores americanos da atualidade: Quentin Tarantino (Kill Bill, Cães de Aluguel, Pulp Fiction).</p>
<p>Bastardos Inglórios está quentinho e bem cotado no meio, mas você saberia dizer a causa? É simples, com os trilhões de filmes com o mesmo tema e, quase sempre, as mesmas ideias, Tarantino busca mostrar de maneira única sua versão bem inusitada sobre uma das guerras mais importantes da história mundial. O diretor quebra “as regras de Hollywood” (esse nome daria um filme), deixando seu filme com três línguas diferentes – inglês, alemão e francês – para cada “fase”; em um filme totalmente padrão, todos os personagens falariam inglês, é genial a ideia de deixar o mais fiel possível da realidade, ou realidades.</p>
<p>Bastardos possui duas histórias diferentes de vingança, mas que se cruzarão em certo ponto. No começo da ocupação alemã na França, onde Shosanna Dreyfus (a linda Mélanie Laurent) testemunha a execução da sua família pelas mãos do coronel nazista Hans Landa (com uma brilhante atuação de Christoph Waltz), o “Caçador de Judeus”. A garota consegue escapar do coronel e migra para Paris, onde muda de nome e passa a administrar um pequeno cinema. Já em outro ponto da Europa, Brad Pitt, quero dizer, tenente Aldo Taine organiza um grupo de soldados judeus americanos para darem o troco aos “malditos” nazistas. Conhecidos como “Os Bastardos”, o grupo aniquilador de nazistas junta-se à atriz alemã e também agente secreta Bridget Von Hammersmark em uma missão para acabar com todos os cabeças do Terceiro Reich.</p>
<p>Gostaria de contar muito mais sobre esse filme, entretanto estragaria toda a graça e os momentos de tensão, coisa que o bom e velho Tarantino consegue fazer brilhantemente. O que tenho para dizer é: assista, mas assista mesmo! A tensão, a comédia, as grandes cenas com longos diálogos, com poucos; tudo vale a pena nesse filme, sem falar na trilha sonora, que como em qualquer filme de Quentin Tarantino, nunca deixou a desejar. Alta indicação.</p>
<p>- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=iON5wDEl-_o" target="_blank">Trailer Bastardos Inglórios</a></p>
<p>- <a href="http://www.imdb.com/title/tt0361748/" target="_blank">Inglorious Basterds IMDb</a></p>
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		<title>RIO 2016: Além das Olímpiadas</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 14:37:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaopaulo</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por João Paulo Cavalcante
No último dia 2 de outubro a cidade do Rio de Janeiro foi eleita para sediar os jogos olímpicos de 2016, superando Chicago, Madri e Tóquio, numa eleição histórica e extremamente disputada devido à qualidade dos projetos apresentados. Não tenho dúvida que em 2016 este país celebrará uma olimpíada que ficará na memória [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por João Paulo Cavalcante</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="line-height: 115%; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Calibri;">No último dia 2 de outubro a cidade do Rio de Janeiro foi eleita para sediar os jogos olímpicos de 2016, superando Chicago, Madri e Tóquio, numa eleição histórica e extremamente disputada devido à qualidade dos projetos apresentados. Não tenho dúvida que em 2016 este país celebrará uma olimpíada que ficará na memória de muitos ao redor do mundo por gerações, pois nossa alegria e nossa vocação para fazer festa darão o tom dos jogos. Todavia, como estudantes e pensadores que somos, devemos olhar além e nos permitir uma reflexão em direção o porquê da vitória do Rio em Copenhagen. </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="line-height: 115%; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Calibri;">À priori, não foi uma vitória do Rio de Janeiro, mas, sim, do Brasil, pois além do mínimo de estrutura física e comprometimento político para se sediar os jogos, a eleição é permeada por influências políticas e econômicas dos Estados ali representados, isto é, Brasil, Espanha, Estados Unidos e Japão. Dessa forma, analisando o cenário internacional hoje, o Brasil se encontra numa posição de destaque, sendo considerada a mais célebre <em>vedette </em>do show da política mundial. Tudo isso é resultado do crescimento econômico dos últimos anos; dos milhões entre os mais pobres que ascenderam de classe social, do papel preponderante dos países emergentes na condução e tomada de decisões junto aos países mais ricos; a crise que nos fortaleceu e os enfraqueceram; da figura carismática e emotiva do brasileiro cativante representado pelo chorão Presidente Lula e entre outros elementos que contribuíram para a vitória brasileira. Em suma, o Brasil é visto com outros olhos, estamos além, mas muito além apenas do país do Samba e do Futebol, agora entramos para o grupo da “vidraça”, pois não podemos apenas mais jogar pedra e nos eximir da responsabilidade e soluções dos problemas econômicos, sociais, ambientais, militares espalhados pelos cinco continentes. A história agora é outra, pois nós temos a oportunidade de fazê-la e não apenas ser influenciada por ela. </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="line-height: 115%; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Calibri;">Mudando o rumo da conversa, a realização dos Jogos no Rio pode ou não ser histórico para os brasileiros em si. Tal realização será reveladora nos próximos 7 ou 5 anos, se contarmos que em 2014 teremos a Copa do Mundo, pois nesses dois eventos analisaremos como a classe política e administrativa desse país reagirá a necessidade de se fomentar ações concretas, não apenas na realização da Copa e da Olimpíadas, mas, sobretudo, no legado que estes dois episódios podem proporcionar para cada um dos 190 milhões de brasileiros. Assim, cabe aqui uma série de indagações: será possível vislumbrar nos próximos anos uma reestruturação dos aeroportos no país? Será fomentada uma política de transporte de passageiro por trens? Será desenvolvido um programa que vise o fortalecimento da prática esportiva nas escolas em todo território nacional, com a construção de quadras e reequipamento da disciplina de Educação Física a fim de promover novos talentos e, sobretudo, de desenvolver o esporte como uma prática cotidiana entre as famílias brasileiras? Serão construídos centros esportivos de ponta no intuito de desenvolver atletas de alto rendimento para grandes competições internacionais ou ficaremos a mercê de estrelas solitárias que tragam uma ou duas medalhinhas para o contentamento de uma nação com as dimensões do Brasil? Será desenvolvido um projeto de turismo que aproveite nossas riquezas naturais e, conseqüentemente, seja um elemento a mais para o desenvolvimento social e econômico do país?</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="line-height: 115%; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Calibri;">Há muitas outras questões a serem colocadas, mas o principal é se seremos capazes de respondê-las, ou melhor, concretizá-las. As oportunidades foram dadas e construídas, cabe a nós, brasileiros, deixar a preguiça de lado e trabalhar mais e melhor. </span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Em busca de futuros heróis</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 02:53:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rafael</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Caixa de Pandora]]></category>

		<category><![CDATA[andy skib]]></category>

		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

		<category><![CDATA[música]]></category>

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		<category><![CDATA[to have heroes]]></category>

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		<description><![CDATA[por Rafael Roncato
Hoje a indicação será  sossegada e de myspace.
O talento em questão é o guitarrista/vocalista da atual – e também ex – banda do já indicado David Cook: Andy Skib. Ele e Cook são amigos das antigas, assim como o resto da banda, os ex-Midwest Kings. Muito longe do padrão vocal que estamos acostumados, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Rafael Roncato</em><img class="aligncenter" src="http://i51.photobucket.com/albums/f382/skibster11/Studio3myspace.jpg" alt="" width="504" height="373" /></p>
<p>Hoje a indicação será  sossegada e de myspace.</p>
<p style="text-align: left;">O talento em questão é o guitarrista/vocalista da atual – e também ex – banda do já indicado <a href="http://dcecelsofurtado.org/jornal/?p=62" target="_blank">David Cook</a>: Andy Skib. Ele e Cook são amigos das antigas, assim como o resto da banda, os ex-Midwest Kings. Muito longe do padrão vocal que estamos acostumados, Andy traz uma voz diferenciada e bem original, fazendo também covers que tenham sua cara e marca registrada.</p>
<p>Com seu projeto solo intitulado de To Have Heroes, Skib faz músicas simples – muitas vezes apenas voz e violão – com uma atmosfera envolvente que mistura sonoridade e letras bem elaboradas. To Have Heroes é algo totalmente diferente do que se pode encontrar nos outros trabalhos de Skib com o Midwest Kings, algo mais pesado e trabalhado. Simplicidade pode também ser uma chave para o sucesso, confira.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.oklahomarock.com/blog/wp-content/uploads/2008/07/tohaveheroesep.jpg" alt="" width="240" height="239" /></p>
<p><a href="http://www.myspace.com/tohaveheroes" target="_blank">MySpace To Have Heroes</a></p>
<p><a href="http://vimeo.com/3087945" target="_blank">To Have Heroes - Story of Your Life</a></p>
<p><a href="http://vimeo.com/3086314" target="_blank">To Have Heroes - Everlong (Foo Fighters Cover)</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=DcsJq-9noJw" target="_blank">To Have Heroes - Reasons</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Cheque pré-datado descontado antes do combinado acarreta dano moral</title>
		<link>https://dcecelsofurtado.org/jornal/?p=108</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 02:40:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Direito]]></category>

		<category><![CDATA[apresentação]]></category>

		<category><![CDATA[Banco]]></category>

		<category><![CDATA[cheque pré-datado]]></category>

		<category><![CDATA[dano moral]]></category>

		<category><![CDATA[S.T.J.]]></category>

		<category><![CDATA[súmula 360]]></category>

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		<description><![CDATA[Por   Alexandre Leme
 A apresentação de cheque pré-datado antes do dia combinado pela parte acarreta dano moral. Basta pensar, por exemplo, no caso de alguém comprar uma roupa e efetuar o pagamento com um cheque pré-datado. Pois bem, o comprador combina com o vendedor que só terá saldo(fundo) daqui a 10 dias. Dessa forma, coloca-se a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por   Alexandre Leme</p>
<p> <span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">A apresentação de cheque pré-datado antes do dia combinado pela parte acarreta dano moral. Basta pensar, por exemplo, no caso de alguém comprar uma roupa e efetuar o pagamento com um cheque pré-datado. Pois bem, o comprador combina com o vendedor que só terá saldo(fundo) daqui a 10 dias. Dessa forma, coloca-se a data futura que o título deverá ser apresentado ao sacado(Banco), utilizando usualmente a expressão “bom para”, ou seja, o cheque somente poderá ser depositado no momento oportuno. Enfim, o vendedor aceita e a compra é realizada. Todavia, o vendedor descumpre o combinado e deposita o cheque antes da data acertada, logo o comprador não terá fundos para cobrir tal cheque. Assim, se o título de crédito for devolvido por não haver provisão de fundos, a conseqüência é a caracterização do dano moral, por quebra do pacto, isto é, do contrato tácito firmado pelas partes. Nesse sentido, o dano moral é oriundo da devolução do cheque que poderá acarretar vários constrangimentos e transtornos, por exemplo, o consumidor poderá ter seu nome inscrito nos Órgãos de proteção ao crédito, cancelamento de cheque especial, assim como do cartão de crédito. Além disso, poderá responder por crime de estelionato, conforme prevê o artigo 171, inciso VI , do Código Penal Pátrio. </span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Não há juridicamente a figura do cheque pré-datado no Direito Brasileiro, conforme prevê o art. 32 da Lei de Cheque(7.357/1985): o cheque é pagável à vista. Considera-se não escrita qualquer menção em contrário. Parágrafo único: o cheque apresentado para pagamento antes do dia indicado como data de emissão é pagável no dia da apresentação. Todavia, é inegável o uso prático e rotineiro da venda a prazo mediante a figura do cheque pré- datado ou pós- datado no comércio. Assim sendo, o direito deve acompanhar os<span style="mso-spacerun: yes">  </span>costumes presentes na sociedade, mesmo porque o direito é uma ciência viva e transformadora, de modo a contemplar as mudanças inerentes à sociedade. Portanto, a súmula 370 do Superior Tribunal de Justiça (S.T.J.) corrobora tal modificação comercial sustentando que a apresentação antecipada de cheque pré-datado caracteriza dano moral. Ainda entendemos que o Banco deve arcar com a devolução dos cheques sem fundos, haja vista que os clientes são estimulados e instigados a cada vez mais emitirem cheques visando o consumo desenfreado e compulsório, porém essa é uma idéia que não agrada muitos banqueiros. Além disso, muitos Bancos não conferem a situação econômica dos clientes ao emitirem o talão de cheque ou então emitem os talões de cheque mesmo sabendo que os clientes estão endividados ou insolventes. Porém, esse é um assunto muito incipiente e que merece uma maior atenção em outra oportunidade.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Grande abraço e até mais</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"> </p>
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		<title>especialmente para os jornalistas</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 21:40:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Humor]]></category>

		<category><![CDATA[jornalismo jornalista tirinha humor dahmer malvados]]></category>

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		<description><![CDATA[Quer mais?
www.malvados.com.br
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_86" class="wp-caption aligncenter" style="width: 601px"><img class="size-full wp-image-86" title="Minicômio" src="http://dcecelsofurtado.org/jornal/wp-content/uploads/2009/09/tirinha13301.gif" alt="Minicômio - André Dahmer" width="591" height="188" /><p class="wp-caption-text">Minicômio - André Dahmer</p></div></p>
<p>Quer mais?</p>
<p>www.malvados.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Vagarosa de Céu</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 21:36:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rafael</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Caixa de Pandora]]></category>

		<category><![CDATA[cd]]></category>

		<category><![CDATA[Céu]]></category>

		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

		<category><![CDATA[música]]></category>

		<category><![CDATA[rafael]]></category>

		<category><![CDATA[vagarosa]]></category>

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		<description><![CDATA[
por Rafael Roncato
Céu reaparece no cenário brasileiro com o sucessor do disco responsável por alavancar sua carreira de cantora e compositora. Com letras que tratam de assuntos simples, como amor e os significados da vida, Vagarosa está longe da simplicidade dos temas. O vozeirão da cantora e as envolventes construções sonoras, misturas de instrumentos analógicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://rws-blog.rhapsody.com/photos/uncategorized/2008/01/03/ceu_10_big.jpg" alt="" width="330" height="330" /></p>
<p style="text-align: left;"><em>por Rafael Roncato</em></p>
<p>Céu reaparece no cenário brasileiro com o sucessor do disco responsável por alavancar sua carreira de cantora e compositora. Com letras que tratam de assuntos simples, como amor e os significados da vida, Vagarosa está longe da simplicidade dos temas. O vozeirão da cantora e as envolventes construções sonoras, misturas de instrumentos analógicos e eletrônicos, juntamente com detalhes mínimos, dão um ar de complexidade e levam a um trabalho mais ousado.</p>
<p>Assim como o título do disco, a apreciação, em conjunto com a assimilação, deve ser feita de forma mais calma e paciente, de preferência com fones de ouvido, com o intuito de captar  até o último detalhe e suas camadas musicais muito bem trabalhadas. Destaques para a moderna “<a href="http://www.youtube.com/watch?v=Du1dcQmHfvs">Cangote</a>”, o reggae “<a href="http://www.youtube.com/watch?v=tcUqFvkHh5s">Comadi</a>”, “<a href="http://www.youtube.com/watch?v=MMmS_LT2RgA">Vira-Lata</a>” e viajante “<a href="http://www.youtube.com/watch?v=jWBBHkvuugk">Espaçonave</a>”.</p>
<p>Céu ainda conta com um forte time para o novo disco, como Luiz Melodia (no belo samba “Vira-Lata”), Gigante Brazil, Marcelo Jeneci, Curumin, Fernando Catatau, BNegão e Nação Zumbi. Com este disco a cantora tem tudo para manter-se entre as novas vozes da MPB.</p>
<p>Céu - Vagarosa</p>
<p><img class="alignleft" src="http://ilyovmp3.com/wp-content/uploads/2009/07/C%C3%A9u_Vagarosa_cover_final_digi-300x300.jpg" alt="" width="188" height="188" /></p>
<p>1 Amor e seu Trabalho Silencioso<br />
2 Cangote<br />
3 Comadi<br />
4 Bubuia (com Anelis Assumpção e Thalma de Freitas)<br />
5 Nascente<br />
6 Grains de Beaute<br />
7 Vira Lata (com Luiz Melodia)<br />
8 Papa<br />
9 Ponteiro<br />
10 Cordão da Insônia<br />
11 Rosa Menina Rosa (com Los Sebozos Postizos)<br />
12 Sonâmbulo<br />
13 Espaçonave (com Beto Villares)</p>
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